Hong Kong estabilidade de licenças de stablecoin em primeiro trimestre lidera quadro regulatório global
O Chefe do Departamento de Finanças de Hong Kong, Paul Chan, afirmou em Davos que já foram emitidas licenças para 11 plataformas de negociação, e as primeiras licenças de stablecoin serão emitidas no primeiro trimestre. Hong Kong adota o princípio de “mesma atividade, mesmo risco, mesma supervisão”, tendo emitido 2,1 mil milhões de dólares em obrigações verdes tokenizadas e lançado um sandbox regulatório. A Lei de Stablecoins entrou em vigor em agosto do ano passado, exigindo padrões rigorosos.
A estrutura regulatória de stablecoins de Hong Kong é considerada uma pedra angular da estratégia global. A Lei de Stablecoins de Hong Kong, que entrou em vigor em agosto do ano passado, exige que os emissores de stablecoins cumpram padrões rigorosos, incluindo gestão de reservas, manutenção de mecanismos de estabilidade de valor sólidos, além de uma série de regras contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo, gestão de riscos, divulgação e auditoria.
Este quadro regulatório está na vanguarda global. Em comparação, a supervisão de stablecoins nos EUA ainda está em fase de discussão legislativa, enquanto o MiCA da UE, embora já implementado, é mais permissivo. A Lei de Stablecoins de Hong Kong define claramente os requisitos de elegibilidade, reservas e padrões operacionais, oferecendo um caminho de conformidade claro para o mercado de stablecoins. Essa previsibilidade regulatória é especialmente importante para investidores institucionais e grandes empresas, que precisam de garantias de conformidade para participar em grande escala.
A emissão das primeiras licenças de stablecoin marcará um marco importante no desenvolvimento da indústria de criptomoedas em Hong Kong. Os emissores licenciados poderão emitir e operar stablecoins legalmente no mercado de Hong Kong, que poderão ser usados para pagamentos, remessas internacionais, aplicações DeFi, entre outros cenários. Mais importante, os stablecoins licenciados terão reconhecimento das autoridades regulatórias de Hong Kong, facilitando sua entrada no sistema financeiro tradicional.
Hong Kong já emitiu 11 licenças de bolsas criando um ecossistema completo
Hong Kong já concedeu licenças a 11 plataformas de ativos virtuais, permitindo que as bolsas licenciadas ofereçam serviços de negociação de criptomoedas legalmente a clientes retalhistas e institucionais, diferentemente de muitas jurisdições que limitam as operações a investidores profissionais.
A existência dessas 11 bolsas licenciadas fornece uma infraestrutura completa para o ecossistema de criptomoedas em Hong Kong. Os investidores podem negociar em um ambiente regulado, sem preocupações com falhas de exchanges ou segurança de ativos. Além disso, as bolsas licenciadas devem cumprir rigorosos requisitos de combate à lavagem de dinheiro e KYC, elevando o padrão de conformidade do mercado.
Adicionalmente, Hong Kong promove ativamente o desenvolvimento de tokenização, incluindo a emissão de 3 lotes de obrigações verdes tokenizadas, totalizando cerca de 2,1 mil milhões de dólares, e lançou um sandbox regulatório para incentivar a inovação. As obrigações verdes tokenizadas representam a emissão de títulos tradicionais em forma de tokens na blockchain, oferecendo vantagens como redução de custos de emissão, maior eficiência nas transações, maior transparência e acessibilidade para pequenos investidores participarem do mercado de títulos.
O volume de 2,1 mil milhões de dólares posiciona Hong Kong na liderança do mercado global de títulos tokenizados. Esses casos de sucesso servem de modelo para a tokenização de outros produtos financeiros tradicionais, com potencial de expansão para ações, imóveis, commodities e outros ativos. O sandbox regulatório oferece espaço para empresas inovadoras testarem novos produtos e serviços em um ambiente controlado, reduzindo custos de conformidade.
Hong Kong posiciona finanças digitais como núcleo da estratégia de crescimento
Chan mencionou que as finanças e a tecnologia podem se impulsionar mutuamente. Tomando as finanças digitais como exemplo, essa inovação financeira melhora a transparência, eficiência, inclusão e gestão de riscos dos serviços financeiros, além de direcionar capital de forma mais eficaz para a economia real. As finanças também são uma força-chave para apoiar e capacitar o desenvolvimento tecnológico. Chan afirmou que o objetivo de Hong Kong é criar um ecossistema integrado de stablecoins, bolsas e ativos tokenizados.
Diante de uma competição global cada vez mais acirrada, Hong Kong posiciona as finanças digitais como um pilar central de sua estratégia de crescimento. Essa estratégia demonstra que Hong Kong não é apenas um receptor passivo da indústria de criptomoedas, mas que a utiliza como motor principal de transformação e modernização econômica. Em comparação com concorrentes como Cingapura e Dubai, Hong Kong possui vantagens devido à sua sólida base financeira tradicional, conexões com a China continental e um sistema jurídico bem desenvolvido.
A licença de stablecoin de Hong Kong pode atrair diversos tipos de candidatos: emissores globais de stablecoins como Circle (USDC) e Tether (USDT) podem solicitar licenças para entrar no mercado de Hong Kong; instituições financeiras locais, como bancos e empresas de pagamento, podem lançar stablecoins em dólares de Hong Kong; além de projetos emergentes focados no mercado asiático.
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Licença de stablecoin de Hong Kong na primeira fase! 11 exchanges aprovadas para conquistar o centro financeiro da Ásia
Hong Kong estabilidade de licenças de stablecoin em primeiro trimestre lidera quadro regulatório global
O Chefe do Departamento de Finanças de Hong Kong, Paul Chan, afirmou em Davos que já foram emitidas licenças para 11 plataformas de negociação, e as primeiras licenças de stablecoin serão emitidas no primeiro trimestre. Hong Kong adota o princípio de “mesma atividade, mesmo risco, mesma supervisão”, tendo emitido 2,1 mil milhões de dólares em obrigações verdes tokenizadas e lançado um sandbox regulatório. A Lei de Stablecoins entrou em vigor em agosto do ano passado, exigindo padrões rigorosos.
A estrutura regulatória de stablecoins de Hong Kong é considerada uma pedra angular da estratégia global. A Lei de Stablecoins de Hong Kong, que entrou em vigor em agosto do ano passado, exige que os emissores de stablecoins cumpram padrões rigorosos, incluindo gestão de reservas, manutenção de mecanismos de estabilidade de valor sólidos, além de uma série de regras contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo, gestão de riscos, divulgação e auditoria.
Este quadro regulatório está na vanguarda global. Em comparação, a supervisão de stablecoins nos EUA ainda está em fase de discussão legislativa, enquanto o MiCA da UE, embora já implementado, é mais permissivo. A Lei de Stablecoins de Hong Kong define claramente os requisitos de elegibilidade, reservas e padrões operacionais, oferecendo um caminho de conformidade claro para o mercado de stablecoins. Essa previsibilidade regulatória é especialmente importante para investidores institucionais e grandes empresas, que precisam de garantias de conformidade para participar em grande escala.
A emissão das primeiras licenças de stablecoin marcará um marco importante no desenvolvimento da indústria de criptomoedas em Hong Kong. Os emissores licenciados poderão emitir e operar stablecoins legalmente no mercado de Hong Kong, que poderão ser usados para pagamentos, remessas internacionais, aplicações DeFi, entre outros cenários. Mais importante, os stablecoins licenciados terão reconhecimento das autoridades regulatórias de Hong Kong, facilitando sua entrada no sistema financeiro tradicional.
Hong Kong já emitiu 11 licenças de bolsas criando um ecossistema completo
Hong Kong já concedeu licenças a 11 plataformas de ativos virtuais, permitindo que as bolsas licenciadas ofereçam serviços de negociação de criptomoedas legalmente a clientes retalhistas e institucionais, diferentemente de muitas jurisdições que limitam as operações a investidores profissionais.
A existência dessas 11 bolsas licenciadas fornece uma infraestrutura completa para o ecossistema de criptomoedas em Hong Kong. Os investidores podem negociar em um ambiente regulado, sem preocupações com falhas de exchanges ou segurança de ativos. Além disso, as bolsas licenciadas devem cumprir rigorosos requisitos de combate à lavagem de dinheiro e KYC, elevando o padrão de conformidade do mercado.
Adicionalmente, Hong Kong promove ativamente o desenvolvimento de tokenização, incluindo a emissão de 3 lotes de obrigações verdes tokenizadas, totalizando cerca de 2,1 mil milhões de dólares, e lançou um sandbox regulatório para incentivar a inovação. As obrigações verdes tokenizadas representam a emissão de títulos tradicionais em forma de tokens na blockchain, oferecendo vantagens como redução de custos de emissão, maior eficiência nas transações, maior transparência e acessibilidade para pequenos investidores participarem do mercado de títulos.
O volume de 2,1 mil milhões de dólares posiciona Hong Kong na liderança do mercado global de títulos tokenizados. Esses casos de sucesso servem de modelo para a tokenização de outros produtos financeiros tradicionais, com potencial de expansão para ações, imóveis, commodities e outros ativos. O sandbox regulatório oferece espaço para empresas inovadoras testarem novos produtos e serviços em um ambiente controlado, reduzindo custos de conformidade.
Hong Kong posiciona finanças digitais como núcleo da estratégia de crescimento
Chan mencionou que as finanças e a tecnologia podem se impulsionar mutuamente. Tomando as finanças digitais como exemplo, essa inovação financeira melhora a transparência, eficiência, inclusão e gestão de riscos dos serviços financeiros, além de direcionar capital de forma mais eficaz para a economia real. As finanças também são uma força-chave para apoiar e capacitar o desenvolvimento tecnológico. Chan afirmou que o objetivo de Hong Kong é criar um ecossistema integrado de stablecoins, bolsas e ativos tokenizados.
Diante de uma competição global cada vez mais acirrada, Hong Kong posiciona as finanças digitais como um pilar central de sua estratégia de crescimento. Essa estratégia demonstra que Hong Kong não é apenas um receptor passivo da indústria de criptomoedas, mas que a utiliza como motor principal de transformação e modernização econômica. Em comparação com concorrentes como Cingapura e Dubai, Hong Kong possui vantagens devido à sua sólida base financeira tradicional, conexões com a China continental e um sistema jurídico bem desenvolvido.
A licença de stablecoin de Hong Kong pode atrair diversos tipos de candidatos: emissores globais de stablecoins como Circle (USDC) e Tether (USDT) podem solicitar licenças para entrar no mercado de Hong Kong; instituições financeiras locais, como bancos e empresas de pagamento, podem lançar stablecoins em dólares de Hong Kong; além de projetos emergentes focados no mercado asiático.