
Bitcoin é uma moeda digital descentralizada, sem emissão ou controle de bancos ou corporações. Opera sobre uma blockchain, um livro-razão público e cronológico que registra todas as transações. A rede utiliza transmissão peer-to-peer (P2P) para difundir transações e blocos, permitindo que qualquer pessoa participe e valide operações sem intermediários.
O Bitcoin adota o Proof of Work (PoW) como mecanismo de consenso. Mineradores competem com poder computacional para agrupar transações e gerar novos blocos; o minerador vencedor recebe bitcoins recém-criados e taxas de transação como recompensa. Com fornecimento máximo limitado a 21 milhões de moedas, o Bitcoin é escasso por natureza, sendo amplamente utilizado para pagamentos internacionais e como reserva de valor de longo prazo.
Em 09 de janeiro de 2026 (fonte: dados de entrada), o preço mais recente do Bitcoin está em torno de US$90.939,60. Sua capitalização de mercado soma US$1.816.373.006.640. O valor de mercado é calculado por “preço × oferta circulante” e serve como métrica para tamanho e posição relativa.
A oferta circulante é de 19.973.353 BTC, com oferta total de 19.973.400 BTC e limite máximo de 21.000.000 BTC. O fornecimento máximo é um limite absoluto definido pelo protocolo e não pode ser alterado. O valor de mercado totalmente diluído é de US$1.816.373.006.640, representando o valor se todas as moedas estivessem em circulação.
A dominância do Bitcoin no mercado é de cerca de 55,82%, refletindo sua participação na capitalização total do setor cripto.

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O volume negociado em 24 horas é de aproximadamente US$932.481.337,87 — indicador da atividade diária. Variação de preços em curto prazo: 1 hora -0,20%, 24 horas +0,50%, 7 dias +2,25%, 30 dias -1,91%.

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Os valores podem variar conforme o mercado; consulte sempre as cotações em tempo real da Gate para informações atualizadas.
O Bitcoin foi criado pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, que publicou o whitepaper em 2008, propondo um sistema de dinheiro eletrônico sem intermediários. Em 2009, o bloco gênese — o primeiro bloco — foi minerado, marcando o lançamento oficial da rede. O bloco gênese é o ponto inicial da cadeia; os blocos seguintes são adicionados em sequência para compor o registro completo.
Entre os marcos iniciais está a famosa “transação da pizza do Bitcoin” em 2010, que demonstrou sua viabilidade como meio de pagamento. Desde então, a rede evoluiu com mais participantes e expansão do ecossistema. O Bitcoin possui mecanismo de “halving”: aproximadamente a cada quatro anos, as recompensas de bloco são reduzidas pela metade, diminuindo a emissão e reforçando a escassez.
As transações de Bitcoin são iniciadas pelo usuário com sua chave privada e validadas por assinaturas digitais. A chave privada é essencial para controle dos ativos; a chave pública e o endereço servem para receber fundos e identificação pública. Quando uma transação é incluída em um bloco e novos blocos são adicionados, o número de confirmações cresce, tornando a reversão cada vez mais difícil.
O Proof of Work exige que mineradores realizem cálculos extensivos; o primeiro a encontrar um hash de bloco que atenda à dificuldade vence e transmite o novo bloco. A dificuldade é ajustada a cada 2.016 blocos, conforme o poder de hash total, para manter o tempo médio de bloco em cerca de 10 minutos. O hash rate mede o poder computacional total que protege a rede — quanto maior, mais caro atacar e maior a segurança.
O Bitcoin utiliza o modelo UTXO (Unspent Transaction Output). Cada UTXO representa saldo disponível; ao realizar pagamentos, o usuário seleciona UTXOs como entradas e gera novas saídas para destinatário e troco. As taxas de transação são definidas pelo usuário; mineradores priorizam transações com taxas mais altas.
Bitcoin permite transferências de valor e pagamentos globais sem restrições geográficas — ideal para remessas internacionais e liquidação P2P. Sua oferta fixa e emissão previsível o tornam comparável ao “ouro digital”, adequado para reserva de valor de longo prazo e diversificação de portfólio.
Para micropagamentos e transferências rápidas, a comunidade desenvolve a Lightning Network. Essa solução de segunda camada baseada no Bitcoin utiliza canais de pagamento para viabilizar taxas menores e confirmações ágeis — ideal para transações frequentes ou de baixo valor.
A volatilidade de preço é o risco central; o Bitcoin pode registrar variações intensas em curto prazo, por isso é fundamental ajustar os investimentos à sua tolerância ao risco. A perda ou exposição da chave privada pode resultar em perda definitiva dos ativos; mantenha sempre backup seguro das frases de recuperação e evite inseri-las em ambientes inseguros.
O congestionamento da rede pode elevar taxas e aumentar tempo de confirmação. Existe risco teórico de ataque 51% — caso uma entidade controle a maior parte do hash rate, pode reorganizar blocos ou realizar double-spend; porém, o aumento do hash rate e da descentralização torna esse ataque caro.
Em termos de conformidade, regulamentos e exigências fiscais para criptoativos variam conforme país e região. Regras de KYC (verificação de identidade) e prevenção à lavagem de dinheiro são comuns em negociações e saques. Negociar ou manter Bitcoin pode gerar obrigações fiscais; conheça sempre as leis locais e faça a declaração conforme exigido.
O valor de longo prazo do Bitcoin deriva de sua escassez comprovada (limite de 21 milhões), mecanismo transparente de emissão (halving) e segurança robusta (alto hash rate e ampla distribuição de nós). Proporciona liquidação internacional resistente à censura — permitindo transferências globais sem instituições centralizadoras.
Os efeitos de rede são fundamentais: quanto mais detentores, desenvolvedores e comerciantes aderem ao ecossistema, maior a liquidez, o volume de ferramentas e aplicações, reduzindo custos e atraindo novos participantes. O posicionamento do Bitcoin é como reserva de valor e camada de liquidação, sustentando seu papel em estratégias macro e portfólios multiativos.
Passo 1: Cadastre-se na Gate e conclua a verificação de identidade. Acesse o site oficial e siga as instruções para enviar seus documentos para KYC, conforme padrões de segurança e conformidade.
Passo 2: Prepare seus fundos. Deposite moeda fiduciária ou transfira cripto de sua carteira pessoal; confira saldo e opções de rede na página de ativos. Após o depósito, os ativos ficam disponíveis no saldo.
Passo 3: Pesquise mercados de BTC e selecione o par de negociação, como BTC/USDT. Analise preço, profundidade do livro de ordens e volume na página de cotação; acesse a interface de negociação conforme necessidade.
Passo 4: Faça sua ordem. Ordens a mercado são executadas imediatamente ao preço vigente — ideal para compras rápidas; ordens limitadas permitem definir preço alvo para execução futura — útil para metas específicas. Após a ordem, verifique status e posições nas páginas de ordens e ativos.
Passo 5: Armazene com segurança. Para custódia de curto prazo, mantenha BTC na conta da corretora com configurações avançadas como autenticação de dois fatores (2FA) e códigos anti-phishing. Para longo prazo, transfira para sua carteira pessoal: carteiras quentes são práticas, mas mais vulneráveis por conexão à internet; carteiras frias (hardware wallets) oferecem segurança superior, mas exigem cuidado. Sempre faça backup das frases de recuperação offline, teste transferências com valores baixos, selecione a rede principal do Bitcoin para saques e confira endereços e taxas.
Passo 6: Gerencie continuamente. Monitore preços e taxas on-chain; planeje compras recorrentes ou estratégias escalonadas conforme necessário. Evite guardar chaves privadas ou frases de recuperação em nuvem ou imagens; revise periodicamente suas configurações de segurança.
Propósito & Uso: O Bitcoin é voltado para reserva de valor e liquidação; o Ethereum prioriza contratos inteligentes programáveis, viabilizando DeFi, NFTs e outros casos.
Oferta & Política Monetária: O Bitcoin tem oferta fixa de 21 milhões de moedas e eventos de halving que reduzem a emissão; o Ethereum não possui limite máximo, mas adota queima de taxas base e Proof of Stake para ajustar a emissão líquida.
Mecanismo de Consenso: O Bitcoin utiliza Proof of Work — segurança baseada em hash rate; o Ethereum emprega Proof of Stake (PoS), com validadores apostando tokens para validar blocos — menor consumo energético, mas modelos de segurança e incentivos distintos.
Taxas & Escalabilidade: A mainnet do Bitcoin prioriza estabilidade e segurança; a Lightning Network viabiliza micropagamentos frequentes. As taxas na mainnet do Ethereum variam com congestionamento, visando escalabilidade de smart contracts com redes de segunda camada e rollups.
O Bitcoin é uma rede descentralizada com oferta previsível, cuja segurança cresce com o aumento do hash rate global. Preço, valor de mercado e dominância reforçam seu papel central no ecossistema cripto. Seu design técnico adota consenso Proof of Work e registro público; os principais usos envolvem liquidação internacional e preservação de valor a longo prazo. O valor de longo prazo decorre da escassez, efeitos de rede e regras de emissão confiáveis. Os principais riscos incluem volatilidade de preço, desafios na gestão de chave privada, congestionamento de rede, além de exigências regulatórias e fiscais. Para comprar Bitcoin na Gate: conclua a verificação, opere de forma estratégica e armazene com soluções seguras para custódia prolongada. Iniciantes devem priorizar segurança e conformidade — participe gradualmente dentro do seu perfil de risco, acompanhando novidades da blockchain e tendências de mercado.
O preço do Bitcoin apresenta fortes oscilações devido à dinâmica de oferta e demanda e ao sentimento do mercado, ambos em constante mudança.

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Iniciantes podem considerar o Bitcoin como um ativo de oferta fixa (total de 21 milhões de moedas), enquanto a demanda varia conforme interesse de mercado, mudanças regulatórias, atuação institucional etc., provocando oscilações de preço. Foque em tendências de longo prazo e não nas variações curtas — não se deixe abalar pela volatilidade de curto prazo.
Cada corretora possui dinâmica própria de oferta e demanda e níveis distintos de liquidez. Como plataforma global, taxas de câmbio, profundidade do livro de ordens e base de usuários da Gate podem gerar pequenas variações de preço — normalmente entre 1–2%. Essas diferenças criam oportunidades de arbitragem para traders profissionais; iniciantes podem consultar preços em tempo real na Gate ao comprar Bitcoin.
Há certa correlação, mas o impacto é limitado. O Bitcoin é cotado principalmente em USD; quando o dólar se valoriza, comprar Bitcoin com outras moedas fica mais caro — podendo reduzir a demanda fora dos EUA. Contudo, o preço do Bitcoin é guiado principalmente por fatores próprios de oferta e demanda, não seguindo estritamente o USD. Usuários internacionais podem negociar Bitcoin contra várias moedas fiduciárias na Gate para mitigar riscos cambiais.
O Bitcoin atingiu máxima histórica próxima de US$69.000 em novembro de 2021, e ficou abaixo de US$1 no início de 2011 — evidenciando ciclos marcados por extremos de sentimento do mercado. Estudar o histórico de preços ajuda iniciantes a compreender riscos de volatilidade; consulte sempre cotações atualizadas em plataformas confiáveis como a Gate antes de investir.
Os custos de mineração (energia, hardware) são referência importante para o preço do Bitcoin. Se o preço cair abaixo do custo médio, mineradores reduzem atividade — limitando oferta e podendo elevar o preço; o inverso ocorre se o preço superar os custos. Esse mecanismo cria um piso natural, mas não absoluto — fatores emocionais ou macroeconômicos podem levar preços abaixo do custo temporariamente; no longo prazo, custos seguem como referência relevante.
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