Data de lançamento da Pi Network

Pi (Pi Coin) é o token nativo da Pi Network, criado especialmente para usuários de dispositivos móveis. Ele facilita o acesso ao permitir que usuários “minem” tokens diretamente em seus smartphones, utilizando um gráfico de confiança social. O projeto prevê que o Pi seja utilizado em sua mainnet para pagamentos, liquidações internas, incentivos a desenvolvedores e reforço da segurança da rede por meio de staking. Atualmente, o Pi está em transição de uma rede fechada para uma mainnet aberta. As permissões para transferência e negociação serão liberadas progressivamente, conforme a conclusão do KYC e o atendimento às exigências regulatórias, sendo todos os detalhes divulgados por meio de comunicados oficiais.
Resumo
1.
Posicionamento: Pi Network é um projeto de criptomoeda com foco mobile, projetado para permitir que usuários comuns participem de redes cripto através de smartphones, reduzindo barreiras de entrada e alcançando uma descentralização mais ampla.
2.
Mecanismo: Pi Network utiliza um mecanismo de consenso modificado, onde os usuários contribuem para a segurança da rede por meio de um aplicativo móvel, em vez de mineração tradicional PoW intensiva em energia ou staking PoS. A rede mantém segurança e equidade através de uma variante do Stellar Consensus Protocol.
3.
Oferta: Pi Network possui um fornecimento total limitado com liberação gradual por meio de mineração móvel. O projeto implementa um modelo de recompensas decrescentes, onde os primeiros participantes recebem recompensas maiores. Mecanismos específicos de queima ou inflação devem ser verificados na documentação oficial.
4.
Custo e Velocidade: As transações Pi ocorrem principalmente dentro do aplicativo móvel, com velocidade dependente das condições da rede. Como um token in-app, as transferências são relativamente rápidas e com taxas baixas ou inexistentes dentro do ecossistema. Transações cross-chain ou em mainnet podem ter taxas mais altas.
5.
Destaques do Ecossistema: O ecossistema Pi inclui o aplicativo móvel oficial, recursos de carteira integrados e marketplace dentro do app. Usuários podem usar Pi para compras e transferências dentro do aplicativo. O projeto está explorando o lançamento do mainnet e expansão cross-chain, embora as aplicações do ecossistema ainda estejam em estágios iniciais.
6.
Aviso de Risco: Pi Network apresenta vários riscos: (1) O projeto permanece em estágios iniciais com cronograma de lançamento do mainnet incerto; (2) Valor e liquidez do token limitados, com adoção de mercado questionável; (3) Controvérsia sobre o real valor e sustentabilidade do modelo de mineração móvel; (4) Incerteza regulatória em múltiplas jurisdições; (5) Risco de alta volatilidade de preço; (6) Potencial dificuldade para saques e conversão em dinheiro. Participe com cautela e invista apenas o que pode perder.
Data de lançamento da Pi Network

O que é Pi Coin (PI)?

Pi Coin é o criptoativo nativo do ecossistema Pi Network, criado para facilitar o acesso à blockchain por meio de dispositivos móveis. Diferente dos métodos tradicionais de mineração, que exigem alto poder computacional, Pi Coin traz o conceito de “mineração móvel” e utiliza um modelo de grafo de confiança social. Os tokens são distribuídos conforme check-ins diários e contribuições no aplicativo, recompensando usuários e fortalecendo a rede. Eles são destinados a pagamentos futuros na mainnet, liquidações internas e incentivos ao ecossistema. A “mainnet” é a blockchain plenamente operacional, permitindo transferências sem restrições e interações externas. Antes de seu lançamento, a Pi Network opera em “rede fechada”, fase em que transferências de ativos para fora do ecossistema geralmente são restritas.

Qual é o preço atual, o valor de mercado e o suprimento circulante de Pi Coin (PI)?

Em 22 de janeiro de 2026, a Pi Network segue em transição e não divulga dados públicos ou verificáveis sobre circulação na mainnet, nem permite transferências irrestritas. Por isso, não há padrão unificado para valor de mercado ou suprimento circulante real. Os preços “IOU” (vouchers informais, fora de exchanges, ou contratos futuros) disponíveis online, assim como números de mercados secundários, não refletem o preço real do token na mainnet. Para informações oficiais, consulte os anúncios e as Perguntas Frequentes da Pi Network (última atualização em outubro de 2024), que reiteram que listagens e preços não autorizados não representam a realidade da mainnet.

Diante dessas limitações, é mais relevante acompanhar marcos do projeto e atividades do ecossistema—como maior cobertura de KYC, crescimento de aplicativos de desenvolvedores e reduções graduais na emissão de mineração. Esses fatores vão determinar a dinâmica de oferta e demanda e a descoberta de preço após abertura da mainnet. Se você acompanha Pi Coin na Gate, sempre consulte os anúncios oficiais de listagem e páginas de negociação da Gate, além de monitorar o status de saques.

Fontes: Materiais oficiais da Pi Network e Perguntas Frequentes (de outubro de 2024), compilados pelo autor; data de referência: 22 de janeiro de 2026.

Quem criou Pi Coin (PI) e quando?

Pi Coin foi desenvolvida por uma equipe com respaldo acadêmico, que lançou o whitepaper e o aplicativo de mineração móvel por volta de 2019. O projeto passou por fases como testnet, rede fechada e expansão do KYC. Na fase de rede fechada, o foco foi fortalecer a infraestrutura de contas, aprimorar processos de KYC e incubar aplicações do ecossistema—sem interação externa com blockchain—preparando para o lançamento da mainnet aberta. KYC (“Know Your Customer”) é um processo de verificação de identidade que reduz o risco de múltiplas contas e garante conformidade regulatória.

Como funciona Pi Coin (PI)?

O funcionamento da Pi Coin se baseia em dois pilares principais: O primeiro é o grafo de confiança social e o modelo de mineração móvel. Usuários recebem tokens por check-ins diários, indicações e contribuições no app. A emissão de mineração diminui gradualmente conforme a rede cresce, controlando o suprimento a longo prazo. O segundo é o mecanismo de consenso. Segundo a documentação oficial, Pi utiliza um consenso baseado em grafo de confiança, semelhante à família “Federated Byzantine Agreement” (FBA)—inspirado em protocolos como SCP. Os nós chegam a acordo por meio de “quorum slices”, aumentando a tolerância a falhas em ambientes abertos. Esse mecanismo valida a ordem das transações e o estado do livro-razão, garantindo a segurança da rede.

Com a abertura da mainnet, as transações passam a ser confirmadas na blockchain, e transferências ou interações com aplicativos deixam de ser limitadas pela rede fechada.

Referência: Whitepaper e documentos públicos para desenvolvedores da Pi Network (outubro de 2024).

Quais são os casos de uso de Pi Coin (PI)?

Pi Coin foi criada para os seguintes casos de uso principais:

  • Pagamentos e liquidação: Pequenos pagamentos, gorjetas e trocas de bens dentro de DApps do ecossistema.
  • Incentivos para desenvolvedores: Recompensas tokenizadas para desenvolvedores e criadores de conteúdo, promovendo o crescimento de aplicativos.
  • Segurança da rede e governança: No futuro, mecanismos de staking ou reputação podem ser implementados para fortalecer a segurança dos nós e a participação na governança.

Atualmente, a maioria dos casos de uso é “esperada”. A adoção prática será mais clara após a abertura da mainnet com transferências irrestritas.

Quais carteiras e extensões estão disponíveis no ecossistema Pi Coin (PI)?

As ferramentas do ecossistema Pi são principalmente oficiais: aplicativo móvel, Pi Browser e carteira interna para gerenciamento de contas e interação com o ecossistema. As carteiras podem ser:

  • Custodiais: As chaves privadas ficam sob responsabilidade da plataforma, oferecendo conveniência ao usuário, mas exigem confiança na segurança da plataforma.
  • Autocustódia: O próprio usuário gerencia suas chaves privadas ou frases-semente de recuperação. Isso dá controle total, mas os ativos não podem ser recuperados se forem perdidos.

Quando os saques na mainnet e recursos cross-chain estiverem habilitados, fique atento ao suporte para carteiras hardware ou de terceiros, além de maior interoperabilidade com outras blockchains.

Quais são os principais riscos e considerações regulatórias com Pi Coin (PI)?

  • Progresso do projeto e liquidez: O momento de lançamento da mainnet, cobertura de KYC e expansão do ecossistema influenciam a circulação real e a descoberta de preço.
  • Assimetria de informação: Cotações “IOU” ou OTC não oficiais podem divergir significativamente dos preços reais na mainnet, gerando riscos de entrega e precificação.
  • Conformidade e privacidade: Exigências regulatórias para KYC e negociação de tokens variam por região—proteja seus dados pessoais.
  • Custódia e chaves privadas: Carteiras custodiais apresentam risco de plataforma; na autocustódia, faça backup seguro das frases-semente/chaves privadas para evitar perdas ou ataques de phishing.
  • Fraudes e golpes: Cuidado com aplicativos falsos, airdrops de phishing ou promessas de “altos retornos garantidos”. Seja extremamente cauteloso com links que solicitam transferências para desbloquear ativos.

Como comprar e armazenar Pi Coin (PI) com segurança na Gate?

Se a Gate listar Pi Coin:

Passo 1: Cadastre-se e conclua o KYC. Registre-se em gate.com, confirme seu e-mail/número de telefone e conclua o KYC para liberar limites maiores de saque e negociação.

Passo 2: Busque pares de negociação oficiais. Na página “Spot”, procure por “PI”. Acesse a página de negociação para conferir detalhes do par, informações do projeto e anúncios sobre status de saque—evite confusões com tokens semelhantes.

Passo 3: Deposite ou transfira fundos. Deposite USDT ou moeda fiduciária e transfira para sua conta spot. Confirme a rede de depósito e o valor.

Passo 4: Negocie.

  • Ordem limite: Defina o preço desejado—ideal para quem busca execução em valor específico.
  • Ordem a mercado: Executa instantaneamente pelo preço de mercado—mais rápida, mas pode causar slippage. Após a ordem, confira o status em “Ordens/Posições”.

Passo 5: Armazenamento seguro e saque. Para manter por curto prazo, deixe os ativos na Gate com autenticação em dois fatores e whitelist de saques ativada. Se os saques na mainnet estiverem abertos e optar por autocustódia, transfira apenas para endereços de carteira verificados e faça backup cuidadoso da frase-semente/chaves privadas. Se os saques estiverem fechados, nunca envie ativos para “canais de swap” desconhecidos.

Se não estiver listado na Gate: Adicione PI à sua lista de observação e assine atualizações do projeto—jamais compre “PI OTC” ou IOUs de fontes não verificadas.

Como Pi Coin (PI) se compara ao Bitcoin?

  • Emissão e circulação: Bitcoin (BTC) circula livremente em sua mainnet aberta desde cerca de 2010; Pi Coin ainda está em transição, com circulação real e valor de mercado a serem definidos após a mainnet.
  • Consenso e uso de recursos: BTC utiliza Proof of Work (PoW), exigindo competição computacional; Pi Coin usa consenso semelhante ao FBA, focado em grafos de confiança e seleção de nós—menor consumo de energia, mas maior exigência no design do conjunto de confiança.
  • Uso pretendido: BTC serve como “reserva de valor/camada de liquidação”; Pi Coin prioriza adoção móvel e pequenos pagamentos/incentivos em aplicativos dentro do ecossistema.
  • Descentralização e maturidade do ecossistema: BTC possui comunidade madura de nós/desenvolvedores; o ecossistema da Pi ainda está em crescimento—a descentralização e o engajamento de desenvolvedores ficarão mais claros após o lançamento da mainnet.
  • Perfil de risco: A volatilidade do BTC é principalmente macroeconômica; Pi Coin é mais sensível ao progresso do projeto, cobertura de KYC e cronograma de expansão.

Resumo de Pi Coin (PI)

Pi Coin busca reduzir as barreiras de entrada à blockchain por meio do acesso móvel e do grafo de confiança. O token PI é posicionado como instrumento de pagamento e incentivo para o ecossistema. O projeto segue em transição da rede fechada para a mainnet aberta; ainda não há dados verificáveis sobre suprimento circulante ou valor de mercado. Preços não oficiais de mercado secundário não refletem o valor real na mainnet. Para investidores, foque nos anúncios de listagem/saque da Gate, verifique endereços de contrato e opções de saque, entenda ordens limite versus ordens a mercado e carteiras custodiais versus autocustódia—sempre priorizando privacidade e segurança das chaves privadas. No futuro, acompanhe a expansão do KYC, a atividade de desenvolvedores e mudanças nas regras de emissão—esses fundamentos vão definir o equilíbrio de oferta e demanda e o desempenho de longo prazo após o lançamento da mainnet.

Perguntas Frequentes

Quando a mainnet da Pi Network foi lançada oficialmente?

A mainnet da Pi Network foi lançada oficialmente em 28 de dezembro de 2021. Essa transição marcou a evolução da Pi da mineração móvel para uma blockchain operacional, permitindo que os usuários realizassem transações e transferências on-chain. Só após o lançamento da mainnet a Pi pôde ser negociada em exchanges.

Quais são os principais marcos antes e depois do lançamento da mainnet da Pi?

A trajetória da Pi inclui o lançamento do projeto em 14 de março de 2019; fase de mineração móvel de 2019 a 2021; e lançamento da mainnet em 28 de dezembro de 2021. A chegada da mainnet foi um marco que transformou a Pi de aplicativo para um ativo blockchain—com mudanças relevantes em função e liquidez em cada etapa.

Quanto tempo levou para a Pi passar do lançamento ao início da mainnet?

De 14 de março de 2019 a 28 de dezembro de 2021—aproximadamente dois anos e nove meses. Nesse período, a Pi expandiu principalmente sua base de usuários por meio da mineração móvel. Comparado a outros projetos cripto, esse foi um ciclo relativamente longo, refletindo uma estratégia de desenvolvimento cautelosa.

Onde é possível negociar Pi após o lançamento da mainnet?

Após a ativação da mainnet, Pi pode ser negociada em grandes exchanges de criptomoedas como a Gate. O lançamento da mainnet permitiu negociações reais de PI minerados com base em blockchain. Para segurança dos fundos, negocie sempre em exchanges reconhecidas.

Por que a Pi aguardou até 2021 para lançar a mainnet?

A Pi seguiu uma estratégia gradual—primeiro construiu sua base de usuários via mineração móvel antes de lançar a mainnet. Isso deu tempo para avanços técnicos, auditorias de segurança e preparação do ecossistema. Essa cautela ajudou a minimizar riscos no lançamento, garantindo estabilidade do sistema e proteção dos ativos dos usuários.

Glossário de termos principais da Pi Network (PI)

  • Mineração: Processo em que usuários ganham novos Pi Coins ao executar o aplicativo oficial.
  • Mecanismo de consenso: Pi adota um protocolo de consenso aprimorado para proteger a rede e validar transações.
  • Carteira: Ferramenta digital usada para armazenar, enviar ou receber tokens PI, gerenciando as chaves privadas dos usuários.
  • Nó: Computador que participa da manutenção da Pi Network validando transações e mantendo o livro-razão atualizado.
  • Mainnet: Rede blockchain ativa onde as transações têm valor real—diferente das testnets.
  • Verificação KYC: Processo de verificação de identidade do usuário para garantir conformidade regulatória dentro da Pi Network.

Leitura complementar e referências sobre Pi Network (PI)

Uma simples curtida já faz muita diferença

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No universo Web3, o termo ciclo designa uma janela operacional recorrente nos protocolos ou aplicações de blockchain, ativada por intervalos de tempo definidos ou pela contagem de blocos. No âmbito do protocolo, esses ciclos costumam ser denominados epochs, responsáveis por coordenar o consenso, atribuir tarefas aos validadores e distribuir recompensas. Já nas camadas de ativos e aplicações, surgem outros ciclos, como o halving do Bitcoin, cronogramas de vesting de tokens, períodos de contestação para saques em soluções Layer 2, liquidações de taxa de financiamento e rendimento, atualizações de oráculos e janelas de votação de governança. Como cada ciclo apresenta variações em duração, condições de ativação e flexibilidade, entender seu funcionamento permite ao usuário antecipar restrições de liquidez, otimizar o timing das transações e identificar possíveis limites de risco com antecedência.
Descentralizado
A descentralização consiste em um modelo de sistema que distribui decisões e controle entre diversos participantes, sendo característica fundamental em blockchain, ativos digitais e estruturas de governança comunitária. Baseia-se no consenso de múltiplos nós da rede, permitindo que o sistema funcione sem depender de uma autoridade única, o que potencializa a segurança, a resistência à censura e a transparência. No setor cripto, a descentralização se manifesta na colaboração global de nós do Bitcoin e Ethereum, nas exchanges descentralizadas, nas wallets não custodiais e nos modelos de governança comunitária, nos quais os detentores de tokens votam para estabelecer as regras do protocolo.
O que significa Nonce
Nonce é definido como um “número usado uma única vez”, criado para assegurar que determinada operação ocorra apenas uma vez ou siga uma ordem sequencial. Em blockchain e criptografia, o uso de nonces é comum em três situações: nonces de transação garantem que as operações de uma conta sejam processadas em sequência e não possam ser duplicadas; nonces de mineração servem para encontrar um hash que satisfaça um nível específico de dificuldade; já nonces de assinatura ou login impedem que mensagens sejam reaproveitadas em ataques de repetição. O conceito de nonce estará presente ao realizar transações on-chain, acompanhar processos de mineração ou acessar sites usando sua wallet.
PancakeSwap
A PancakeSwap é uma exchange descentralizada (DEX) desenvolvida na BNB Chain que opera com o mecanismo de formador automático de mercado (AMM) para swaps de tokens. Usuários negociam diretamente de suas próprias carteiras, sem a necessidade de intermediários, ou podem prover liquidez ao depositar dois tokens em pools públicos, recebendo taxas provenientes das operações. O ecossistema da plataforma inclui funcionalidades como negociação, market making, staking e derivativos, combinando taxas de transação reduzidas com confirmações ágeis.
Definição de TRON
Positron (símbolo: TRON) é uma criptomoeda das primeiras gerações, distinta do token público de blockchain "Tron/TRX". Positron é classificada como uma coin, sendo o ativo nativo de uma blockchain independente. Contudo, há poucas informações públicas disponíveis sobre a Positron, e registros históricos mostram que o projeto está inativo há muito tempo. É difícil encontrar dados recentes de preço ou pares de negociação. O nome e o código podem gerar confusão com "Tron/TRX", por isso, investidores devem conferir cuidadosamente o ativo desejado e a confiabilidade das fontes antes de qualquer decisão. Os últimos dados acessíveis sobre a Positron são de 2016, o que dificulta a análise de liquidez e capitalização de mercado. Ao negociar ou armazenar Positron, é imprescindível seguir as regras da plataforma e adotar as melhores práticas de segurança de carteira.

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