
O FTT é o token de plataforma do ecossistema FTX, criado para agregar utilidade ao modelo de negócios da empresa. Suas funções principais incluem descontos em taxas de negociação, uso como colateral de margem e benefícios de staking. Tokens de plataforma são emitidos por exchanges específicas e oferecem aos detentores casos de uso e privilégios exclusivos, diretamente vinculados à operação e à saúde da plataforma.
O FTT foi inicialmente desenvolvido com um mecanismo de recompra e queima, em que parte da receita da plataforma era destinada periodicamente à compra e queima de FTT, reduzindo a oferta. Queima de tokens significa enviar ativos para um endereço inacessível, retirando-os permanentemente de circulação. Staking consiste em bloquear tokens em contrato ou na plataforma para receber direitos ou recompensas. Todos esses mecanismos dependem do funcionamento regular da plataforma—atualmente, recomenda-se consultar comunicados oficiais para saber o status.
Em 22 de janeiro de 2026 (fonte dos dados: input fornecido), o FTT está cotado em aproximadamente US$ 0,4961, com uma oferta circulante estimada em 328.895.103,81 tokens.

Veja o preço FTT USDT
O valor de mercado circulante é de cerca de US$ 163,16 milhões, com o valor de mercado totalmente diluído também em torno de US$ 163,16 milhões, representando aproximadamente 0,005% do mercado cripto total. Na última hora, o preço variou -0,38%; nas últimas 24 horas, +0,97%; nos últimos 7 dias, -5,77%; nos últimos 30 dias, +1,70%; com volume de negociação de 24 horas em torno de US$ 85.200.

O valor de mercado é calculado como “preço × oferta circulante”, servindo como referência do tamanho do mercado do token. O valor de mercado totalmente diluído corresponde a “preço × oferta máxima”, indicando a avaliação potencial caso todos os tokens sejam liberados. O status atual “Inativo” revela baixa atividade do projeto ou pares de negociação restritos, o que pode aumentar os riscos de liquidez e volatilidade de preço.
O FTT foi lançado em 28 de julho de 2019 pela equipe do ecossistema FTX como token utilitário para funções como descontos em taxas, colateralização e direitos de staking no ambiente da plataforma. Em novembro de 2022, entidades ligadas à FTX entraram em processo de falência e reestruturação (fontes: registros judiciais públicos e comunicados da empresa até outubro de 2024). Com isso, as funcionalidades e fundamentos de valor do FTT tornaram-se incertos, e os detentores devem acompanhar atentamente as atualizações de reestruturação e comunicados oficiais.
O funcionamento do FTT é baseado em “casos de uso + tokenomics”. Os casos de uso incluem descontos em taxas de negociação, colateral de margem para contratos e staking para votação ou recompensas. A tokenomics envolve recompra e queima: uma parcela fixa da receita da plataforma era usada para recomprar FTT de forma recorrente e queimá-lo, promovendo uma expectativa de “redução de oferta”.
Colateral de margem significa utilizar ativos mantidos como proteção de risco em operações de derivativos. Staking é o bloqueio de tokens para obtenção de direitos ou recompensas. Todos esses mecanismos dependem das operações da plataforma e da aplicação das regras. Atualmente, a execução de recompras, queimas e benefícios de staking deve ser confirmada em comunicados oficiais—não se baseie apenas em informações históricas.
Historicamente, detentores podiam acessar descontos em taxas de negociação, usar FTT como colateral de margem, participar de votações e receber airdrops na plataforma. Para o usuário comum, essas vantagens funcionam como uma combinação de “níveis de associação + crédito colateralizado”, reduzindo custos e melhorando a experiência.
Diante do cenário atual, caso os serviços estejam indisponíveis, esses casos de uso podem não estar ativos. Neste momento, o FTT funciona principalmente como ativo cripto transferível para operações on-chain e negociação em mercados secundários. A restauração das utilidades originais depende da reestruturação da plataforma e das decisões regulatórias.
Os principais riscos estão relacionados à plataforma—o valor do FTT depende diretamente da saúde operacional da exchange emissora. Se houver incerteza operacional ou de reestruturação, a demanda pelo token e o mecanismo de recompra podem ser comprometidos.
Os riscos de liquidez e volatilidade são relevantes. O status “Inativo” indica pouca profundidade de negociação e maior volatilidade, principalmente em eventos noticiados.
Riscos legais e regulatórios também devem ser considerados. Jurisdições diferentes podem impor normas específicas aos tokens de plataforma; algumas regiões podem classificá-los como valores mobiliários ou exigir divulgações apropriadas. Usuários devem conhecer as leis locais e obrigações fiscais.
Por fim, riscos de custódia e operação são críticos. Seja na exchange ou em carteiras de autocustódia, é fundamental proteger-se contra vazamento de chave privada e roubo de conta. A chave privada é essencial para acessar ativos cripto; sua perda ou exposição resulta em perdas irreversíveis.
O valor potencial de longo prazo depende de três fatores: primeiro, o ritmo e a direção da reestruturação da plataforma e recuperação dos negócios, que definirão o retorno dos casos de uso originais; segundo, a sustentabilidade da tokenomics, como recompra, queima e oferta fixa; terceiro, a capacidade de recuperar a confiança da marca e da comunidade para gerar demanda real de uso.
Os desafios envolvem dependência elevada da plataforma, incerteza regulatória e possível interrupção prolongada das funções de utilidade. Para quem acompanha a longo prazo, é recomendável monitorar questões legais, atualizações operacionais e dados on-chain—baseie as decisões em evidências, não apenas em especulação.
Se o FTT estiver listado na Gate, siga estes passos; se não encontrar pares de negociação, a compra direta está indisponível—adicione à lista de acompanhamento e fique atento aos comunicados de listagem; evite canais não oficiais.
Passo 1: Cadastre-se e conclua a verificação KYC com seu documento pessoal—isso aumenta a segurança da conta e os limites de saque.
Passo 2: Deposite fundos em moeda fiduciária ou stablecoins como USDT; verifique redes de depósito e taxas.
Passo 3: Pesquise “FTT” na interface de negociação; confira identificadores do token e detalhes do contrato; verifique pares spot e avisos de risco.
Passo 4: Faça seu pedido—ordens limitadas oferecem mais controle conforme a liquidez; defina parâmetros adequados de preço e quantidade; após execução, confira seus ativos na página de saldo.
Passo 5: Saque e armazene com segurança—se optar por autocustódia, comece com uma transação de teste; depois, saque para sua carteira pelo mesmo protocolo. Ative whitelist de saque, autenticação de dois fatores (2FA) e códigos anti-phishing para reduzir riscos.
Sobre armazenamento: Carteiras hot são conectadas à internet—práticas para negociação, mas com risco maior de ataques; carteiras cold são dispositivos offline/hardware que guardam as chaves privadas—mais seguras, porém menos práticas. Faça backup das frases mnemônicas offline e mantenha-as em locais protegidos; nunca faça upload de fotos ou armazene junto ao dispositivo.
Posicionamento: FTT é token de plataforma com valor dependente da exchange emissora; Ethereum (ETH) é ativo nativo de blockchain pública usado para taxas de gas e segurança da rede.
Casos de uso: FTT foca em descontos de taxas, colateralização e direitos específicos da plataforma; ETH viabiliza smart contracts, DeFi, NFTs e diversas atividades do ecossistema.
Oferta & mecanismo: O FTT tem oferta fixa e modelo de recompra/queima; o ETH implementou queima de taxa base com EIP-1559—sua emissão líquida é influenciada pela atividade on-chain.
Perfil de risco: FTT depende da plataforma e da regulação; ETH depende da segurança da rede e do consenso descentralizado.
O FTT é um token utilitário fortemente ligado às operações da plataforma—antes, seu ciclo de valor envolvia descontos em taxas, colateralização, direitos de staking, recompra e queima. Atualmente, apresenta baixo valor de mercado e atividade reduzida; a disponibilidade de utilidade e demanda permanece incerta. Para investidores, é fundamental acompanhar a reestruturação, atualizações regulatórias, pares de negociação e liquidez—e conferir as listagens da Gate antes de negociar. Recomenda-se testar transferências pequenas, ativar configurações de segurança, usar autocustódia sempre que possível e evitar canais não oficiais. Só com o retorno das utilidades reais e respaldo regulatório a lógica de valor do FTT poderá ser validada.
O valor do FTT está diretamente vinculado ao status operacional da FTX. Após o colapso, o preço despencou, mas o FTT segue negociável como ativo blockchain em mercados secundários. Investidores devem avaliar os riscos com cautela—o valor futuro depende de outro ecossistema conseguir sustentar seus casos de uso.
Durante a operação da FTX, detentores tinham acesso a descontos em taxas e participação nos lucros. Após o colapso, esses benefícios praticamente deixaram de existir. Atualmente, o FTT serve apenas como ativo negociável—os ganhos possíveis vêm da variação do preço de mercado.
O maior risco do FTT é sua dependência da plataforma de origem—o valor está atrelado à FTX. Eventos na plataforma afetam diretamente o preço do token (como no caso FTX). Atenção aos riscos de liquidez e volatilidade; compreenda bem esses fatores antes de investir.
Tokens de exchange geralmente refletem a saúde da exchange emissora. O BNB mantém valor pelo crescimento do ecossistema Binance; o FTT perdeu sua utilidade principal após o colapso da FTX. Ao escolher tokens de exchange, avalie a estabilidade da exchange e o potencial de utilidade real de cada token.
O FTT pode ser negociado em plataformas como a Gate. Para armazenamento, prefira carteiras físicas (Ledger) ou soluções de custódia segura—evite deixar ativos em exchanges por longos períodos. Sempre verifique as certificações de segurança da plataforma, use senhas fortes e habilite autenticação de dois fatores.
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