
Derivativos são contratos financeiros cujo valor está vinculado ao preço ou ao índice de outro ativo. A principal característica desses instrumentos não é a posse do ativo subjacente, mas sim a negociação baseada nas variações de preço. Eles são usados principalmente para dois objetivos: gestão de risco e estratégias de negociação.
No dia a dia, produtores utilizam contratos futuros para fixar preços de compra, minimizando o impacto da volatilidade. No mercado de criptoativos, traders utilizam contratos baseados em Bitcoin para proteger posições ou aproveitar tendências. O termo “ativo subjacente” refere-se ao ativo referenciado pelo contrato, como BTC, ouro ou um índice específico.
A definição mais comum em inglês é: “A derivative is a financial contract whose value is derived from an underlying asset, index, or rate.” O termo “derived from” destaca que o valor do contrato provém do ativo subjacente, e não do contrato em si.
Em inglês, “underlying asset” é o ativo base referenciado pelo derivativo. Pode ser um ativo individual, um índice ou uma taxa de juros. Compreender esse conceito permite enxergar derivativos como acordos atrelados a oscilações de preço.
Derivativos operam a partir de regras de liquidação e referências de preço preestabelecidas. Os traders liquidam ou trocam diferenças em uma data futura ou continuamente, conforme os termos contratuais e os preços definidos.
A margem serve como garantia para cobrir riscos advindos da volatilidade. Alavancagem é o mecanismo que permite ampliar a exposição — com um capital relativamente pequeno, controla-se um valor de contrato maior. Se o mercado for favorável, os lucros são potencializados; em contrapartida, os riscos também aumentam.
Long significa apostar na valorização; short é apostar na desvalorização. A maioria dos contratos cripto utiliza “preço de marcação” ou “preço de índice” para cálculo de P&L, minimizando erros causados por oscilações atípicas de mercado.
No universo cripto, derivativos servem principalmente para hedge e estratégias de negociação. Por exemplo, você pode manter BTC à vista e abrir posições short em contratos de valor nominal equivalente para se proteger de quedas. Também é possível usar alavancagem em mercados de tendência para ampliar retornos.
Na plataforma de contratos da Gate, é possível escolher contratos perpétuos, definir níveis de alavancagem, analisar taxas de financiamento e configurar ordens de stop-loss e take-profit. A taxa de financiamento é um ajuste periódico entre posições long e short para manter o preço do contrato próximo ao valor à vista, podendo ser positiva ou negativa.
Passo 1: Habilite permissões para negociação de contratos e conclua a avaliação de risco. Proteja sua conta com autenticação em dois fatores e senha para fundos.
Passo 2: Escolha o tipo de contrato e o modo de margem. Você pode optar por margem isolada (risco restrito à posição) ou cruzada (garantia compartilhada entre posições). Iniciantes devem começar com margem isolada para limitar o risco.
Passo 3: Defina a alavancagem e o tipo de ordem. Alavancagem menor é mais conservadora; a plataforma aceita ordens limit e market. Antes de enviar a ordem, verifique o preço de marcação e a profundidade do livro de ofertas na Gate.
Passo 4: Ajuste seus níveis de stop-loss e take-profit. Informe limites de stop e alvo de lucro já na criação da ordem para evitar decisões impulsivas.
Passo 5: Monitore taxas de financiamento e alertas de risco. As taxas de financiamento são ajustadas periodicamente; quanto maior o tempo de exposição, maior o impacto. Acompanhe os índices de margem e ajuste posições ou adicione margem quando necessário.
Aviso de Risco: Negociar derivativos envolve riscos de alavancagem e liquidação, podendo resultar em perda do capital investido. Sempre opere dentro do seu perfil de risco.
No trading à vista, você possui o ativo diretamente — por exemplo, manter BTC em carteira. Derivativos são contratos negociados com base em variações de preço, sem a necessidade de possuir o ativo subjacente.
No mercado à vista não há alavancagem ou risco de liquidação; o risco é a oscilação de preços. Derivativos oferecem alavancagem, ampliando tanto ganhos quanto perdas, e exigem atenção a taxas de financiamento e gestão de margem.
Ativos à vista são recomendados para holding de longo prazo e pagamentos. Derivativos são ideais para proteção e estratégias de negociação, especialmente para gerenciar riscos ou aproveitar oportunidades de curto prazo em momentos de alta volatilidade.
Nos últimos anos, contratos perpétuos dominaram o segmento de derivativos cripto; o mercado de opções segue crescendo, com BTC e ETH como principais ativos. Recursos avançados de gestão de risco — como margem de portfólio, auto-deleveraging e alertas aprimorados — estão se tornando padrão.
Ecossistemas de derivativos on-chain (contratos descentralizados) avançam rapidamente, com melhorias em experiência de negociação e liquidez. Inovações em oráculos de preço e ferramentas de eficiência de capital estão acelerando. Conformidade regulatória e transparência tornaram-se diferenciais decisivos, já que usuários buscam mecanismos robustos de divulgação de riscos e liquidação.
Derivativos são contratos que acompanham o desempenho de preços de ativos subjacentes — seu valor depende desses ativos, não da posse direta. Entender a definição em inglês deixa claro: contratos não são ativos. Na prática, derivativos possibilitam hedge e estratégias de negociação, mas exigem atenção rigorosa à margem, alavancagem, taxas de financiamento e níveis de liquidação. Na Gate, disciplina no gerenciamento de posições e controles de risco são fundamentais para operar derivativos com segurança.
“Derivatives” é o termo em inglês para derivativos financeiros — instrumentos cujo valor deriva de outros ativos, como ações, commodities ou criptomoedas. Eles não possuem valor intrínseco, mas acompanham as variações de preço dos ativos subjacentes. Os tipos mais comuns são futuros, opções e contratos perpétuos.
Recebem esse nome porque seu valor depende totalmente de outros ativos — ao contrário de ações ou ativos à vista, não possuem valor próprio. Um derivativo é um contrato cujo retorno está atrelado à variação de preço do ativo subjacente. Por exemplo, futuros de Bitcoin derivam seu valor do preço de mercado do Bitcoin em tempo real.
Alavancagem permite controlar posições maiores com menos capital — como usar US$1 para operar US$10 em ativos. Na Gate, é possível escolher diferentes níveis de alavancagem (por exemplo, 5x ou 10x). Quanto maior a alavancagem, maior o risco de liquidação e de perdas. Iniciantes devem começar com alavancagem baixa para praticar.
Shortar no mercado de derivativos é apostar na queda de preços. O investidor vende um ativo emprestado por um valor alto; se o preço cair, recompra mais barato para devolver e fica com a diferença. Nos contratos perpétuos da Gate, basta selecionar "Short" — não é necessário tomar ativos emprestados, pois o sistema calcula automaticamente o P&L.
Sim, existe diferença. Entrega refere-se à liquidação do contrato com transferência real do ativo no vencimento (exemplo: recebimento de Bitcoin real). Liquidação financeira envolve apenas o cálculo de lucros e prejuízos em dinheiro, sem transferência do ativo. A maioria dos contratos perpétuos cripto utiliza liquidação financeira — mais prática, mas com riscos próprios.


