O ouro e a prata estão de volta ao centro das atenções — e por uma boa razão. Estamos a testemunhar máximos recentes que não são apenas marcos técnicos, mas sinais claros do que está a acontecer por baixo da superfície da economia global. As pressões inflacionárias recusam-se a arrefecer completamente, as moedas estão a ser testadas, os riscos geopolíticos permanecem elevados, e os investidores estão novamente a correr em direção ao dinheiro real para proteção. A força do ouro está a lembrar o mundo do porquê de ter sido uma reserva de valor durante milhares de anos. Quando a incerteza aumenta, o ouro não precisa de promessas ou políticas — simplesmente mantém-se firme. Os bancos centrais continuam a acumular, os investidores a longo prazo estão a realocar, e a confiança nos ativos de papel está a ser questionada de forma silenciosa. Entretanto, a prata está a fazer o que melhor faz — recuperar terreno com força. Parte metal precioso, parte potência industrial, a prata beneficia do aumento da procura em energia verde, tecnologia e manufatura, enquanto continua a servir como proteção contra a instabilidade económica. Quando a prata se move, tende a mover-se rapidamente — e esta quebra de resistência está a fazer o mercado prestar atenção. Estes novos máximos não são sobre hype. São sobre fundamentos. Os níveis de dívida estão a subir, as expectativas de taxas de juro estão a mudar, e a confiança está a tornar-se um recurso escasso. Em tempos como estes, o ouro e a prata não seguem tendências — tornam-se na tendência.
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#GoldandSilverHitNewHighs
O ouro e a prata estão de volta ao centro das atenções — e por uma boa razão. Estamos a testemunhar máximos recentes que não são apenas marcos técnicos, mas sinais claros do que está a acontecer por baixo da superfície da economia global. As pressões inflacionárias recusam-se a arrefecer completamente, as moedas estão a ser testadas, os riscos geopolíticos permanecem elevados, e os investidores estão novamente a correr em direção ao dinheiro real para proteção.
A força do ouro está a lembrar o mundo do porquê de ter sido uma reserva de valor durante milhares de anos. Quando a incerteza aumenta, o ouro não precisa de promessas ou políticas — simplesmente mantém-se firme. Os bancos centrais continuam a acumular, os investidores a longo prazo estão a realocar, e a confiança nos ativos de papel está a ser questionada de forma silenciosa.
Entretanto, a prata está a fazer o que melhor faz — recuperar terreno com força. Parte metal precioso, parte potência industrial, a prata beneficia do aumento da procura em energia verde, tecnologia e manufatura, enquanto continua a servir como proteção contra a instabilidade económica. Quando a prata se move, tende a mover-se rapidamente — e esta quebra de resistência está a fazer o mercado prestar atenção.
Estes novos máximos não são sobre hype. São sobre fundamentos. Os níveis de dívida estão a subir, as expectativas de taxas de juro estão a mudar, e a confiança está a tornar-se um recurso escasso. Em tempos como estes, o ouro e a prata não seguem tendências — tornam-se na tendência.